USP expulsa estudantes vindos de colégios militares

Estudantes militares são exemplo nacional de desempenho.

O esquerdismo não tem limites. Mas a USP, antro do esquerdismo paulista, conseguiu se superar. Nesta semana EXPULSOU cerca de 20 alunos que haviam sido aprovados, sob a justificativa de que as instituições onde estudaram não se enquadram dentro da política educacional da USP, pois escola militar não seria “instituição pública”. Eles usaram o termo “cancelamento” de inscrição, o que é irreal, pois os alunos foram aprovados e agora estão impedidos de estudar. Na realidade foram expulsos, esse é o termo correto.

 

 

 

A “lógica” é contra nós? Foda-se a lógica e a “burguesia”…

“Lógica maluca”

A peripécia técnica usada foi de que os pais dos alunos de escolas militares pagam taxas descontadas de seus soldos e, portanto, um colégio militar não se enquadra em “escola pública”. JESUS ! MARIA ! JOSÉ! … Os olhos chegam a sangrar ao ler essa monstruosidade lógica ! Se for assim, NENHUM colégio é público, pois todos nós pagamos igualmente impostos para mantê-los. E mesmo muitos colégios públicos cobram diversas taxas de serviços não cobertos (passeios, excursões, etc), algo que não descaracteriza o caráter público da instituição. A USP, por exemplo, COBRA TAXA para que você possa fazer a prova do vestibular. O ENEM, outro exemplo, COBRA TAXA de R$ 82,00 para cada aluno. Isso transformaria toda instituição pública de ensino em privada?

 

 

 

Público x Privado: qualquer estudante de direito sabe a diferença

Ora, o que diferencia uma instituição PÚBLICA de uma PRIVADA? A resposta é clara: A instituição tem sócios (donos)? A instituição tem fins lucrativos? Não é o caso de um colégio militar (até as pedras sabem disso…). Mas é claro, a USP LACRADORA DE ESQUERDA, distorce a lógica e COINCIDENTEMENTE, pela PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA, proíbe alunos de escolas militares de entrarem pelo sistema de cotas, JUSTAMENTE QUANDO UM PRESIDENTE MILITAR ASSUME O PODER…

ESQUERDA, desacatando até o Supremo Tribunal Federal

A coisa fica ainda mais grave pois, em outubro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu que os colégios militares são escolas do ensino oficial. Um documento preparado pela direção do Comando Militar do Sudeste citou que o plenário do Supremo julgou, por unanimidade, improcedente uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5082 contra a cobrança de contribuição obrigatória nos colégios militares.

 

Esquerdistas, fazendo esquerdismo.

Perseguição esquerdista inédita: Brasil, uma nova Cuba?

Os militares afirmam que trata-se de uma atitude inédita no País, pois o Exército nunca encontrou barreira semelhante por parte de outras instituições. O Comando Militar do Sudeste procurou, ainda na sexta, o Ministério Público Federal com um documento de cerca de 80 páginas, incluindo a decisão do Supremo, para pedir que o órgão ingresse com recurso contra a universidade.

 

 

 

 

O diabo e as esquerdas, sempre atrás das crianças.

O que REALMENTE, está por trás disso?

O maquiavelismo dos esquerdistas não tem limites, e não descansa nunca. Aos que votaram em conservadores, mantenham-se alertas, pois a guerra apenas começou.

Afirmo, pois isso (expulsão de alunos militares) não veio “do nada”. Não é um ato isolado, sem maiores consequências. O objetivo é claro: com o grande apoio popular  às escolas militares (claro, o desempenho dos alunos é muito superior – pois realmente aprendem), a esquerda está com medo de que mais escolas militares sejam abertas.

Então esse é o “golpe de mestre”, se as faculdades públicas dificultarem a entrada de alunos vindos de escolas militares, muitos pais evitarão colocar seus filhos nelas, temendo que ficarão impedidos de ingressar numa boa faculdade no futuro. O objetivo de tal medida, claramente, é evitar que as escolas militares cresçam no Brasil, e acabem por sufocar a doutrinação esquerdista.

Vamos aguardar as atitudes das autoridades e, em especial, da Justiça. 

Nós, conservadores, jamais deixaremos de estar atentos. A era em que a esquerda “lacradora” perseguia impunemente, deitava e rolava, acabou. 

Brasil, acima de tudo !

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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