UM PEDIDO DE NAMORO DE 1918 E UMA REFLEXÃO SOBRE NOSSOS TEMPOS

 
Por estes dias encontrei uma carta antiga em um grupo do facebook, retratando um pedido de namoro, feito em 1918. 
 
Não pude evitar a comparação com o tempo em que vivemos. Quanta coisa se perdeu. Nos tornamos pedaços de carne, expostos nos “tinder” da vida.  
 
Os sentimentos se colocaram como coisas descartáveis na selva dos interesses mesquinhos, onde o individualismo é a única nota que se houve no fundo musical dos relacionamentos modernos. 
 
Morreu o cavalheirismo, sepultados estão o romance, o amor verdadeiro, e as juras de amor desaparecem com os primeiros sinais de ‘pneuzinhos’ ou estrias em nossos corpos, sejamos homens ou mulheres. 
 
Como objetos consumíveis, somos como modelos de carros, sempre superados pelos mais jovens e com melhores curvas.
 
Somos depreciados e trocados na vaidosa conveniência daqueles que desejam desfilar com o ‘último modelo’. 
 
Ser conservador é negar tudo isso. É olhar para essa carta e desejar reescrevê-la mil vezes, sempre para a mesma pessoa. 
 
Ser conservador é crer na família, nos valores cristãos, no interior acima do exterior, na verdade que somente existe para além da casca exterior de nossas vestes mortais e temporárias.
 
 É crer que, assim como uma fênix, poderemos um dia fazer renascer o verdadeiro homem e verdadeira mulher que foram sepultados, feridos de morte pelo marxismo cultural.  
 
Brasil, acima de tudo !
 

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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