Principais críticos e jornais Ridicularizam “Mariguella” de Wagner Moura. Leia as críticas.

Queriam mesmo uma ajudazinha, uma crítica falsa, de alemães?

Óbvio que as críticas deste que vos escreve foram tidas como “pesadas”, ou até levadas como se fossem piada. Mas não foi essa minha intenção. Falei sério. O filme “Mariguella” é o tipo de tortura audiovisual que te mantém preso à cadeira apenas pelo argumento do “já paguei mesmo…” (ou seria “já caguei”?).

Mas o fato é que ele é tão sem noção ou sentido, que você imagina tratar-se de uma demorada abertura ‘non-sense’ (talvez retratando uma experiência alucinógena), e que o filme de verdade vai começar em algum momento. Porém a película se revela apenas uma propaganda política grosseira que “beatifica” o terrorismo, enquanto aterroriza quem assiste. E que custou ao Brasil, apenas, 10 escolas para crianças carentes (10 milhões de reais). Bagatela, para um povo roubado aos bilhões pelas esquerdas “umanistas”.

 

O socialismo não funcionou nem na Alemanha, com quem o inventou. Mas deixou alguns ricos.

Então, ao custo do destino de milhares de crianças pobres, Wagner Moura desfila sua ‘revolução socialista de iphone’, cantando as façanhas de um “herói” que matou e torturou inocentes, enquanto levanta o rolex e seu bracinho entoando o seu “Lula livre” e sapeca beijos em bocas hábeis na arte chupar pregos até virar tachinhas.

E assim caminham os socialistas brasileiros. Do alto de suas cuequinhas de seda, seus Iphones e bolsas Prada, seguem lutando bravamente, em rios de dinheiro público, por um mundo com menos desigualdade social…

Mas, vejamos o que os críticos e jornais alemães acharam do “genial” filme:

 

A luta revolucionária, como conceito, sofreu muito nos últimos anos. Não só por causa do colapso do império soviético, antes disso o comunismo já havia dado cabo de todos os revolucionários. Somente na America Latina e especialmente Brasil, a crença ingênua na correção da luta armada parece intacta.

O herói de [Wagner] Moura é uma figura trágica. Por mais convincente que ele pareça ser no seu sentimento de injustiça,   nenhum caminho conduz da violência para a benevolência das massas. A não ser que se esteja morto e transformado em lenda. E é exatamente essa mitificação que o filme Marighella pretende. […]

Moura potencializa a imagem de outsider nobre com o fato de seu protagonista ser o único negro do elenco, e isso apesar de Carlos Marighella, com suas raízes indígenas e africanas, não exatamente se diferenciar de seus compatriotas pela cor da pele. Ele era um mestiço, como 38% dos brasileiros. Apresentá-lo como negro – e transformá-lo em alvo com uma frase como “matar um negro significa matar um vermelho” – é sair do conflito político e transformá-lo num conflito racista. E de uma maneira grosseira que todos perceberam.

“Não somos terroristas”, grita Marighella aos reféns de um assalto a banco. “Somos revolucionários!” Declarações como essa há um pouco demais no filme. O herói tende a monólogos impulsivos e discussões que, apesar da determinação com que são feitas, soam estranhamente sem vida. Dúvida e ambiguidades não estão previstas em Marighella. Isso vale também, é claro, para o protagonista e seus aliados – e sobretudo para o grande antagonista, o investigador Lúcio.

Wagner Moura quer, inconfundivelmente, criar um monumento para Marighella. Só que a carência de domínio e um distanciamento do filme em relação à verdade histórica e à pessoa de Mariguella levaram a uma “epopeia”. Este filme prefere sobretudo desabonar a direita.

A estética “Marighella” de Wagner Moura é assim involuntariamente reveladora. Ela revela sobretudo como era a mentalidade do populismo de esquerda na América Latina e como este, até hoje, ajeita a história a seu gosto.

Penetrante e GROTESCA é a representação da influência do governo americano nos acontecimentos na América Latina. Até hoje ela serve ao populismo de esquerda local como desculpa para o próprio fracasso.


PS.: A revista esquerdosa ópera já saiu em lágrimas, rolando-se pelo chão e lançando cinzas ao ar, acusando os críticos de serem críticos. Afinal, essa porra de crítica não passa de invenção de burgueses ” pra lascá cum us cumpanhêrus“. Num pais em que dedo no “c.” é obra teatral, nossas revistas tem mesmo ” toridadi pra contextá todas as otra ” autoridades do assunto…

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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