Previdência: até esquerdistas apoiaram

 

Uma mudança necessária

Antes, Bolsonaro era o grande “malvadão”, “ditador”, “racista/machista/eletricista” de sempre. E sua reforma da previdência, vital para tirar o Brasil do atual “cheque-mate” financeiro, era vista como um “ataque aos direito dos trabalhadores”.

Porém, com a conscientização popular e o acesso à internet, o próprio povo constatou o que é o regime atual da previdência: Um sistema “hobbin hood ao contrário”, em que o dinheiro é tirado de milhões de pobres, através de descontos compulsórios em folha de pagamento, e distribuídos para poucas categorias privilegiadas, que sempre tiveram mais força de “lobby” no congresso.


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A reforma do governo (que Maia e outros dizem que é “do congresso” – se é verdade, por qual razão só se fez no governo Bolsonaro?), vai corrigir malandragens e privilégios históricos, ainda que leve tempo para que sintamos uma grande mudança. Afinal, existe o direito adquirido, que não pode ser afetado.

 

Até tu, esquerdista?

Ante o óbvio, e na perspectiva de serem julgados pelos eleitores, vários esquerdistas votaram contra a própria imposição de suas legendas. Mesmo com o risco de serem expulsos.

Neste rol de “rebelados”, há dezenas de deputados. Somente no PDT, dos 27 deputados, 8 votaram a favor da nova previdência.

PDT pode expulsar Tabata Amaral (SP)

 

O fato é que boa parte desses deputados são “sangue novo”, e sabem que dependem muito mais de sua base eleitoral que os “medalhões históricos”, ligados a sindicatos e outros “currais eleitorais”, que são menos sensíveis e pouco acompanham a política.

 

Prefeituras e Governo

Porém, questão vital, ainda a ser decidida, é o que fazer com o rombo nas prefeituras e estados. Sem isso, uma mudança estrutural do endividamente público mais aprofundada não poderá ser alcançada. 

Ironicamente, os estados mais endividados e com problemas de previdência são exatamente os governados por esquerdistas, em especial no nordeste. 

Mas, para a esquerda, o que importa não é tanto o estado, mas o “estado” dos bolsos de quem os apoia. 

Felizmente, o governador de São Paulo, em conjunto com outros, tem tomado a iniciativa de pressionar congressitas para estender os efeitos da reforma também para estados e municípios. Se consequirá vencer, porém, é uma história que se desenrolará nos próximos dias.

 


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IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é católico apostólico romano, advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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