Polícia quebra recorde de morte de bandidos e Rio de Janeiro tem queda de 32% nos homicídios dolosos: os mortos não matam…

PM carioca

Um recorde cadavérico

No primeiro trimestre de 2019, cerca de 434 pessoas morreram em decorrência de intervenção de agentes policiais. Trata-se de um recorde. Números assim jamais ocorreram desde 2003, quando as estatísticas passaram a ser reunidas.

A PM fluminense também informou que, em relação aos dados do ISP (Instituto de Segurança Pública, responsável por coletar esses dados), “o mais importante é ressaltar a queda de 32% nos homicídios dolosos” – a variação diz respeito à comparação entre março de 2019 e o mesmo mês em 2018, e não ao acumulado trimestral.

Mortos não matam

A lógica nos parece simplória e um tanto óbvia: bandidos mortos não matam mais ninguém. Esse mesmos “cidadãos” que receberam os policiais “na bala”, muitas vezes com fuzis, estariam hoje engordando as estatísticas de homicídios, se ainda estivessem em atividade.

Entre a lei e a barbárie: como a pressão das ONG’s destrói o Brasil

Tal trabalho de enfrentamento, chamado por alguns de “enxugar gelo” (na medida que  falta uma legislação mais dura) , tem sido pontuado por períodos de “liberou geral”. Ou seja, quando a polícia passa realmente a impor a lei, e os números de bandidos mortos disparam, centenas de ONGS e mídia esquerdista começam campanhas, com direito até a denúncias na ONU. Em virtude disso, os governadores acabam cedendo à pressão, determinando que se “diminuam os óbitos”.

Em termos práticos, a polícia deixa de aplicar a lei, pois a única maneira de subir morros coalhados de bandidos armados, sem atirar neles, é subindo desarmado, e isso ninguém faz. E então os governos ficam entre períodos de imposição da lei, e outros de ‘liberou geral’.

Se o trabalho das polícias fosse CONTÍNUO, com apoio CONSTANTE, em termos de recursos e especialmente APOIO POLÍTICO (sem ceder a pressões de ONGS – muitas pagas pelo próprio crime organizado), o crime recuaria paulatinamente, pois SEM TRÉGUA, não haveria como as organizações criminosas se reestruturarem. 

Esperamos que, com a ascensão da Direita, os governos não cedam à pressão da mídia corrupta e das ONG’s. Se o trabalho de enfrentamento for mantido com CONSTÂNCIA, independentemente do número de mortos, chegará um momento em que teremos uma redução real da criminalidade. E não espasmos de “menor barbárie” de tempos em tempos, como tem sido nas últimas décadas.

Todo apoio às policias. Imponham a lei.

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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