Paulo Henrique Amorim é afastado da TV Record.

 

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Mais um lacrador perde o emprego

Parece que a bruxa está à solta em torno dos tradicionais jornalistas “lacradores” da esquerda, que se notabilizaram por “passar dos limites” em seus ataques ao pensamento conservador brasileiro, ora em franca ascenção.

Com seu blog pessoal, Paulo Henrique Amorim se notabilizou por ser um extremado “anti-Bolsonarista”, com todo tipo de ataque e teorias da conspiração.

 

Tudo tem limite

 

Similarmente ao que ocorreu com Marco Antonio Villa, parece que Amorim ultrapassou, e MUITO, o limite do aceitável em termos de liberdade de expressão e jornalismo ético. 

Na semana passada, o dono do bordão “Olá, tudo bem?” publicou um vídeo questionando se Bolsonaro torcia para o Flamengo ou Palmeiras e cantou:

 

“Uma vez Flamengo, Flamengo até morrer… breve“. 

 

Veja o vídeo:

 

A fala foi inclusive entendida como uma “ameaça de morte”, e teria sido aberto inquérito policial para apurar o caso.

O fato é que, aparentemente, na ausência de alguma notícia ruim, um “russiagate” (conspiração que fizeram para derrubar Trump) o jornalismo lacrador partiu para a agressão pura e simples. E isso destroi a credibilidade de qualquer veículo de comunicação.

 

Nota oficial da Record

 

A Record emitiu na noite desta segunda a seguinte nota:

“O Domingo Espetacular, a partir deste domingo, 30/06, será apresentado por Patrícia Costa e Eduardo Ribeiro.” “Paulo Henrique Amorim deixa o programa e permanece na emissora à disposição para novos projetos.” “As mudanças fazem parte do processo de reformulação do jornalismo da Record TV, que está sendo implementado pelo vice-presidente de jornalismo da Record, Antonio Guerreiro, desde janeiro deste ano.”

 

Ou seja, ele não foi demitido, pois o contrato vai até 2021, e a multa seria alta. Mas ele não irá mais apresentar seu programa, como fazia antes, e será substituído por Patrícia Costa e Eduardo Ribeiro.

Conclusões

Independentemente da visão política de cada qual, é de crer-se que deva existir sim um limite ético que deve ser observado. Que a esquerda tenha partido para o tudo ou nada, no desespero ainda não assimilado de sua derrota, é de compreender-se. Afinal, o choro é livre.

Porém, quando se trata de empresas, em especial as de comunicação, existe um compromisso com a imagem. De modo que não é possível mais aceitar o “vale tudo” da velha politicagem. Que o episódio sirva de inspiração para um jornalismo, realmente, independente e sem viés.

 

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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