Menina processa escola por presença de TRANS em vestiário.

 

Sua filha está se trocando num vestiário, quando ouve uma voz masculina, se vira, e dá de cara com um HOMEM de calcinha a observando. No caso, o macho em questão havia se declarado “trans”, e de acordo com as regras da escola, como tal poderia usar o banheiro feminino.

Segundo a ideologia de gênero, não é preciso fazer operação de troca de sexo. Basta “se declarar” mulher e pronto, você é mulher, pois “imagina ser”.

O ocorrido já era previsível. Como o “gênero” é algo “mental”, é impossível saber se quem está ali realmente se acha mulher, ou se é apenas um tarado de calcinha, usando as leis em benefício de sua desordem mental e sem-vergonhice.

E, mesmo que alguém argumente que há um homem de membro ereto (falemos o português correto: um pilantra de pau duro) usando calcinha, isso não dirá nada, pois ele pode dizer que é uma mulher trans, mas uma “mulher trans e lésbica”. Afinal, tudo é possível na mente das pessoas, já que a biologia não importa.

O fato é que aquela menina se sentiu violada. Ela tem o direito à intimidade, e de não ter seu corpo observado por pessoas do sexo oposto. Porém, como o feminismo atualmente é de esquerda, certamente continuarão a apoiar que esse tipo de absurdo continue a ocorrer.

 


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Qual a solução para os trans?

Travestis representam quantas pessoas na sociedade? Será que devemos construir banheiros para cada pequena minoria existente (anões, cadeirantes, cegos, mudos, disléxicos, depressivos, etc)? Os prédios teriam mais banheiros que qualquer outra coisa. Acredito que uma pessoa que tenha nascido com um pênis, tenha se acostumado a vê-lo, tocá-lo, usá-lo (e, na grande maioria dos casos, ainda possui um), não deveria ter problemas em entrar em banheiros masculinos. O contrário sim seria inaceitável, fazer pequenas meninas serem obrigadas a ver pintos de marmanjos, apenas porque eles “se sentem” mulheres.

E ai se pergunta: o que vale mais, o direito de uma minoria de desfilar seus pintos em banheiros femininos, ou o direito de pequenas menininhas de não serem agredidas com essa visão? Ou de todas as demais mulheres, de não se sentirem violadas?

Até pelo fato que é impossível distinguir alguém que “realmente” se sinta mulher, com algum pilantra usando calcinha e peruca para satisfazer suas taras.

Portanto, é aconselhável que os prédios que possuam banheiros para deficientes alterem as instalações para “banheiros especiais”, ou algum outro nome. No caso de não haverem tais possibilidades, cada qual deve usar o banheiro que representa aquilo com o qual fisicamente possuia entre as pernas ao nascer.

Segue o vídeo do caso (em inglês):

 

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é católico apostólico romano, advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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