Marco A. Villa sai da Jovem Pan, após chamar manifestantes de neonazistas.

 

Passou da conta

Para tudo há um limite na vida. Em especial quando se trata de ética. Marco Antonio Villa há tempos vem investindo em sensacionalismo, com seu anti-bolsonarismo gratuito. Claro, tal linha de agir agrada alguns, e talvez até “venda jornal”, porém os excessos desse jornalista sairam daquilo que se pode ter como eticamente aceitável.

Em seu último arroubo, Marco Villa afirmou que os manifestantes do dia 26/05/2019 (que o MBL boicotou, lembram?) seriam “nazistas”, e que Bolsonaro planejava implantar uma ditadura no Brasil. Com esse tipo de ataque grosseiro a milhões de eleitores de Bolsonaro, Marco Villa acabou ultrapassando os limites “aceitáveis” do jornalismo, mesmo daquele categorizado como sensacionalista.

Veja o vídeo de suas declarações:

 

Grande chance para o “vitimismo” da esquerda

Claro, os lacradores da esquerda aproveitaram o episódio e sairam espalhando que Bolsonaro teria pedido a cabeça de Marco Villa, o que fez Felipe Moura, diretor de jornalismo da Jovem Pan, informar que o presidente Bolsonaro nunca pediu a cabeça de ninguém na empresa.

Segue a declaração:

“Antes de continuarmos com o programa, um breve esclarecimento institucional: blogueiros sujos publicaram na internet que o presidente Bolsonaro mandou e a Jovem Pan demitiu o historiador Marco Antonio Villa. O Grupo Jovem Pan informa, nesta terça-feira, 28 de maio de 2019, que são duas fakes news: Villa, nesse período que compreende semanas de maio e junho, está de férias, e Bolsonaro nunca pediu ‘cabeça’ de qualquer profissional da empresa”, disse Moura no programa “Os Pingos Nos Is”…. 

 

Jovem Pan agiu profissionalmente

A esquerda pensa que somos como eles, com seu líder LULALADRÃO, que realmente perseguia e pedia a cabeça de jornalistas.

O fato é que empresas jornalísticas (ao menos aquelas que não recebem dinheiro de esquemas criminosos) dependem de sua credibilidade. E posturas como essa, tomadas por Marco Villa, certamente não colaboram para tal imagem. Tudo o que a Jovem Pan fez foi zelar por seu patrimônio maior: seu nome.

 

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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