Mãe Lésbica tortura e mata filho no México. Culpado por ter nascido homem?

 

O casal de lésbicas, ou melhor, monstros

 

A ideologia de gênero e o feminismo com seus discursos de ódio aos homens tem criado uma legião de seguidoras pelo mundo. Por incrível que pareça, discursos de ÓDIO AOS HOMENS são facilmente encontrados no youtube, com “lideranças feministas”, inclusive, pregando que todos os homens sejam mortos ao nascer. E o youtube nada faz, mas persegue canais conservadores e cristãos.

A humanidade lutou tanto para exterminar o nazismo, com suas ideias de “limpeza racial” mas, agora, assistimos tristemente a esquerda, novamente, usando da perseguição e violência como instrumentos de dominação.

 

A mãe lésbica e sua parceira batiam com martelo nos joelhos da criança

 

Toda essa história é uma repetição. Josef Stalin, da União Soviética, perseguiu ciganos por serem “inferiores”, matou milhões de Ucranianos. E tantas outras vítimas do esquerdismo houveram: as vítimas do Khmer Vermelho, no Camboja, de Mao Tse Tung, na China…

O fato é:

Há uma população de psicopatas no mundo, e tudo o que desejam, é uma ideologia que lhes permita serem monstros, com alguma justificativa, que não apenas sua baixeza esiritual, algo que a ideologia de gênero e o feminismo tem fornecido – exatamente como o nazismo fez antes.

E o menino mexicano Karol Ramon, é apenas mais uma vítima dessas ideologias. A mãe, Margarita, uma lésbica que vivia com outra mulher, chegou até ao ponto de lhe colocar um nome feminino (Karol), como que para anular sua masculinidade.

Por 6 anos, Karol viveu com sua avó, mas foi retirado da avó, e por três anos, até sua morte aos 9, viveu com o casal de lésbicas, onde foi sistematicamente torturado, até sua morte.

 

Marcas de cigarro, todo tipo de escoriações antigas revelam o sofrimento da criança

 

A avó da criança chegou a pedir a guarda mas, como sabemos, as leis atuais partem do pressuposto que a mãe sempre deve ter a guarda. É assim no Brasil, e também no México.

O fato é que os avós perceberam marcas pelo corpo da criança, mas ao requererem a guarda na justiça, uma psicóloga, conhecida por ser defensora de ideias feministas e de “ideologia de gênero”, atestou que a criança “estava bem”. E não foi possível tirar a guarda do casal de lésbicas.

E a pergunta é: assim como se deu no Brasil, por qual motivo manter a criança? Para “convertê-la” à força à ideologia de gênero? Para trocarem seu sexo contra sua vontade?

Haviam diversas marcas de tortura antigas na criança, como marcas de cigarro. As lesões no joelho foram causadas por golpes de martelo. 

 

Descanse em paz pequenino, que Deus te receba em seus braços. É por você, e contras as monstruosidades da ideologia de genero e feminismo que lutamos

 

Até quando desgraças como essas serão cometidas em nome do feminismo e da ideologia de gênero?

 

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é católico apostólico romano, advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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