“Jornalismo” sensacionalista da Folha apresenta “Bissexual Islâmica”. Em breve, matéria de “Vegano churrasqueiro”…

Os velhos comunas da mídia, sempre de plantão

A indisfarçável vontade de colocar o sensacionalismo, de ‘lacrar’ da Folha de São Paulo não possui quaisquer parâmetros de lógica, ética ou limites. Toda e qualquer matéria que ataque o pensamento conservador, ainda que beire o absurdo, é abraçada pela ‘grande mídia lacradora esquerdista’. Mas, hoje, eles conseguiram se superar. Apresentaram uma reportagem sobre uma suposta “islâmica bissexual”. Que, claro, se apresenta como a próxima “heroína de uma minoria”, dentro de uma minoria. Sempre aquela velha e conhecida história do vitimismo, que todos conhecemos.

A matéria pode ser encontrada aqui.

Ora, a matéria é claramente um afago ao esquerdismo, ao se basear em pessoa declaradamente bissexual que “se diz” “convertida” ao Islã recentemente. Primeiro que a ideia de “conversão” indica “aceitação de princípios fundamentais”, e isso não ocorre apenas com o Islã. É como dizer que se “converte ao veganismo”, mas continuar indo a churrascarias. Ou você se converte e aceita os princípios fundamentais, ou não. A grande verdade é que se ela dissesse isso em qualquer país islâmico, infelizmente, seria apedrejada até a morte. 

 

Mentiras. 24 horas por dia. 365 dias por ano.

 

E quero dizer que sou também radicalmente contra perseguições a minorias. É maravilhoso morarmos num país onde, realmente, podemos nos dar ao direito de sermos “veganos comedores de carne”, “bissexuais islâmica(o)s”, e o que nos der na cabeça. Temos essa liberdade, garantida por nossa constituição, de fazermos de tudo, dentro da lei, mesmo aquilo que não tem lógica alguma. Que é o caso.

Ora, nada contra o direito das minorias, ainda quando você, deliberadamente, escolha se fazer uma. Mas quando se faz uma matéria dessas, se joga o jornalismo no chão em nome do sensacionalismo. Uma vergonha. Mas é algo que tem sido recorrente em um veículo de comunicação que se auto declara “de esquerda”.

O fato é que a “mídia lacradora” busca apenas ofender o pensamento conservador, “relativizando” os firmes fundamentos da fé. E, com isso, destruí-lo.

 

Respondam-me, o que ocorreria comigo se eu:

 

  • fosse a uma convenção de veganos, me declarando um ‘vegano comedor de carne’, e comparecesse lá com um espetinho nas mãos?
  • fosse a um encontro do greenpeace, me declarando um ‘ecologista favorável à caça’, e chegasse lá ostentando um casaco de raposa?
  • fosse a um congresso de pacifistas, me declarando um ‘pacifista armamentista’, e fosse lá com coletes a prova de balas e um revólver na cintura?
  • fosse num clube do palmeiras, me declarando um palmeirense ‘mente aberta’, trajando um uniforme do Corinthians?

Seria ou não ilógico,  provocador ou até mesmo ofensivo? Mas claro, para a Folha de São Paulo, Rede Globo e outros, nós conservadores podemos ser ofendidos em nossas crenças, cuspidos e esfaqueados. Para a grande mídia esquerdista, isso tudo é “aceitável”…

De fato, não se sabe o que leva uma pessoa a se dizer “convertida” a uma religião que é fundamentalmente oposta ao seu ser. Isso é uma questão subjetiva e um direito de cada qual, por mais que entendamos ilógico. Mas os objetivos da Folha, ao veicular sensacionalismo, são claros e indisfarçáveis:

  1. atacar o pensamento conservador
  2. relativizar a moral religiosa
  3. gerar o ódio e conflitos, com a clara intenção de indispor o povo contra os religiosos e os pintar como “radicais”
  4. destruir a família
  5. “lacrar” com sensacionalismo

Toda essa estratégia, utilizada pela grande mídia, faz parte do Gramscismo, que visa implantar o comunismo através da destruição dos valores judaico-cristãos ocidentais.

A nós conservadores, nada afeta tal matéria, pelo contrário, apenas nos ajuda, na medida em que torna evidente a guerra ideológica que vivemos hoje, a perseguição da grande mídia, bem como a necessidade de permanecermos firmes e inabaláveis em nossas crenças.

Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, é presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

 

 

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