Homens de peruca (“transgênero”) vencem corrida feminina e ganham bolsa de estudos nos EUA.

Roberta Close.

Sou dos anos 80. Naquela época, tínhamos a belíssima Roberta Close, admirada por sua beleza e elegância por todo o Brasil. Não me recordo dela ter sido agredida ou sofrido qualquer coisa por conta de ter nascido homem. Pelo contrário, era pessoa muito requisitada em diversos programas de TV. O mesmo ocorrendo com o saudoso Clodovil, costureiro de irrefutável talento e que acabou entrando na política quando já velho.

Mas o fato é que o “Movimento LGBT” (assim como ocorreu com o “Movimento Negro”, o “Movimento Estudantil” e o “Movimento Feminista”), foi tomado pelo esquerda, que prega o marxismo cultural, visando a destruição da família, os valores cristãos e a sociedade ocidental, como único caminho para destruir o capitalismo.

 

 

E isso tem levado a situações RIDÍCULAS, e que todos nós já havíamos previsto: Homens passarão a se “DECLARAR” TRANS apenas para poder ter benesses e tomar direitos que seriam EXCLUSIVOS das mulheres.

Nos Estados Unidos, é comum que bolsas de estudos sejam concedidas para atletas, em todas as categorias. E o que acaba de ocorrer? Dois homens “trans” de cabelos compridos (peruca?), muito masculinos e no alto de suas testosteronas, competiram numa prova de corrida com moças. Claro, ambos venceram. 

Isso levou até mesmo a uma crítica de Donald Trump Jr, que falou sobre a injustiça de moças que treinaram suas vidas inteiras para conseguir uma bolsa de estudo, e agora foram derrotadas de maneira completamente desleal (leia a matéria aqui).

 

Olhem só as duas “mulheres trans” à esquerda:

 

Ora, se BASTA SE DECLARAR MULHER PARA SER, em breve teremos as consequências dessa tragédia marxista que, aliás, já ocorre no Brasil, com “atletas trans” vencendo, com sua musculatura superior, as mulheres de maneira completamente desleal. O que ocorre é que, muito em breve, as mulheres perderão completamente seu espaço nos esportes em geral pois “mulheres trans” terão sempre vantagem.

E o “MOVIMENTO FEMINISTA”? Obviamente não diz nada, pois está tomado por comunas, e nada tem a ver com a defesa dos interesses da mulher, a não ser a implantação da agenda marxista.

E não se trata de preconceito algum, não vejo problema em que “trans” participem de esportes. Todos são bem-vindos. Mas ou eles participam DENTRO DO GÊNERO EM QUE NASCERAM ou então se crie uma categoria exclusiva para eles. O que é INACEITÁVEL é que um boxeador vista uma peruca, se declare trans, e seja autorizado a esmurrar mulheres dentro de um RING. 

 

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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