Folha requenta FAKE NEWS de whatsapp como “METAPROPAGANDA” de manipulação.

 

A vergonhosa mídia lacradora de esquerda não tem limites, muito menos vergonha. Fico a imaginar qual tipo de pessoa ainda perde seu tempo lendo esse tipo de veículo como fonte de informação.

Na Folha de São Paulo de Hoje, vê-se mais um exemplo de FAKE NEWS. Requentaram o assunto dos “grupos de whatsapp”, desta vez como meio de “metapropaganda” de manipulação contra Bolsonaro (veja o texto da Folha de São Paulo aqui).

 

Esquizofrenia Redacional?

No título, em letras GARRAFAIS, se lê que “Bolsonaro” estaria envolvido em crimes eleitorais. PORÉM, em nenhuma parte do texto há provas corroborando isso, pelo contrário, temos um trecho em que a própria Folha de São Paulo indica:

 

Em março deste ano, o TSE multou a campanha de Fernando Haddad por ter impulsionando um site com ataques a Bolsonaro no mecanismo de busca do Google. Na decisão, o ministro Edson Fachin considerou que o impulsionamento feriu a lei eleitoral e causou desequilíbrio na disputa.

Lembrando que o uso de Whatsapp por HADDAD apenas gerou uma multa para ele. Mas, já os petistas, queriam que Bolsonaro fosse condenado à prisão perpétua SE fosse provado algo parecido contra este, mas não foi.

 

Mais adiante, o próprio texto indica:

Procurado pela Folha, o empresário espanhol negou que tenha trabalhado para políticos brasileiros.
“É mentira, não trabalhamos com empresas que tenham enviado campanhas políticas no Brasil”, afirmou

 

MetaPropaganda

Qual a razão dessa loucura jornalística? Produzir manchetes que não tem qualquer relação com o conteúdo do texto? Trata-se não de notícia, mas de instrumento de propaganda política, ou seja:

  1. o objetivo principal é criar um ambiente negativo em torno de um nome ou marca, através de chamadas/manchetes, já que a maioria da população ou não lê completamente a matéria, ou apenas lê a manchete e resumo, ou é incapaz de compreender incoerências;
  2. a metapropaganda se baseia mais em diversas pequenas informações dispersas, formando um conjunto na mente das pessoas, do que uma informação em bloco concisa, é como um quebra-cabeças formado por milhares de pedaços, que não precisam ser lógicos;
  3. a estratégia funciona pela continuidade e dispersão. Em geral pode-se ter um tema central (“Trump é aliado a Russos”) ou pode-se ter um julgamento negativo genérico (“Bolsonaro é ruim”), que sempre é reforçado em um conjunto de textos. Ex: sempre colocar qualquer coisa referente a Rússia quando se falar de Trump, ou sempre veicular uma informação negativa, quando se falar de Bolsonaro.

(Outras “técnicas”: SEMPRE que se fala de Bolsonaro na mídia televisiva o seguinte ocorre: a) ou o próprio comentarista faz uma expressão facial negativa ou comenta algo negativo; b) ou há uma matéria negativa antes ou logo depois, dando a impressão que ele tem alguma relação com isso. SEMPRE é assim.)

A “notícia” de hoje é apenas mais um ataque na guerra da desinformação travada pela mídia desesperada, que vê escorrer pelos dedos seus tempos de glória, em que faturava bilhões com governos corruptos. Mas estamos atentos.

 

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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