Folha de SP persegue Comandante da Rota e EXIGE sua demissão (entenda o que ela realmente quer).

Coronel Ricardo Augusto

Perseguição implacável

Os comunas bilionários da grande mídia são implacáveis e incansáveis. Esse é o motivo pelo qual a Direita jamais poderá abaixar a guarda novamente. A esquerda tenta, 365 dias por ano, impor sua vontade, com base na violência e intimidação. O novo alvo é o comandante da ROTA (batalhão de elite da polícia militar de São Paulo), Ricardo Augusto Nascimento de Mello Araújo, policial de excelente formação e reconhecido caráter, que está sendo atacado pela Folha de São Paulo (veja matéria aqui).

Mas, como veremos, por trás de cada ato, existe um plano maior, estratégico, de tomada de poder. Vamos decifrar o que se encontra por trás daquilo que parece apenas uma “birrinha” da esquerda:

 

 

Qual tem sido a “desculpa” para a perseguição:

Tudo isso, pois ele mencionou o ÓBVIO: que as abordagens feitas numa favela e as feitas em áreas de bairros nobres são diferentes. Mas, antes que o leitor caia na demagogia baixa da Folha de São Paulo, cabe perguntar se já viram o que ocorre numa abordagem em favelas? Vamos a algumas distinções:

Populares atacando policiais para evitar a prisão de traficantes é comum em favelas

a- Em áreas dominadas pelo tráfico (praticamente todas favelas estão), o policial pode ser alvejado a qualquer momento, por bandidos fortemente armados;

b- É comum que os moradores ataquem ou tentem impedir prisões de bandidos, gerando às vezes grandes tumultos (basta ver no youtube);

c- Os moradores de favelas são “comprados” pelo narcotráfico (favores, “segurança”, etc) e passam a ver aqueles que desejam prender os traficantes (policiais) como inimigos;

d- A maioria dos casos de resistência violenta e agressão a policiais por populares se dá em favelas;

e- A grande maioria dos casos de policiais mortos se dá em áreas de favelas e adjacências.

Assim, OBVIAMENTE, dentro de uma área muito mais segura, a abordagem policial será menos tensa, o que resulta numa abordagem que vai mudar conforme o local. Portanto, o policial não disse nada além do óbvio.

 

Qual a verdadeira intenção da Folha de São Paulo (e das esquerdas)

O que realmente estaria por trás dessa aparente “birrinha” e perseguição? Uma mera declaração do óbvio? Não. O que está por trás disso é o desejo de CONTROLAR E DOUTRINAR OS MILITARES (leia-se “venezualização”). Basta ver que na própria reportagem, o “especialista” convidado afirma:

“as polícias brasileiras deveriam ser mais claras quanto aos critérios utilizados para promover seus servidores. “A gente não sabe se exatamente os mais competentes estão realmente sendo promovidos”

 

Com ajuda cubana, lentamente, a Venezuela foi dominada pelos esquerdistas. O alvo principal foi a promoção de oficiais.

Ora, ao mesmo tempo em que atacam o comandante, sugerindo que ele não seja competente o suficiente, se INSINUA a necessidade de um “controle social” sobre os militares. Foi assim que as forças armadas venezuelanas foram corrompidas. Com a desculpa de “democratização”, apenas os mais esquerdistas e puxa-sacos eram promovidos, até um ponto em que todos os oficiais eram comunas. E os que resistiam eram expulsos ou aposentados.

Essa forma de tomada de poder gradual foi uma marca do PT, com seus agentes se infiltrando em escolas, universidades (estas, já totalmente destruídas pela ideologia) e agências reguladoras. Basta ver que membros do próprio PT disseram, mais de uma vez, que “falharam” ao não ter feito um “trabalho ideológico” junto às forças armadas.

 

 

Veja a matéria da revista Exame aqui, que retrata a “análise oficial do PT sobre a conjuntura”, em que o PT fala abertamente da necessidade de “doutrinar” os militares. Segue abaixo um trecho:

 

“Fomos igualmente descuidados com a necessidade de reformar o Estado, o que implicaria impedir a sabotagem conservadora nas estruturas de mando da Polícia Federal e do Ministério Público Federal; modificar os currículos das academias militares; promover oficiais com compromisso democrático e nacionalista; fortalecer a ala mais avançada do Itamaraty e redimensionar sensivelmente a distribuição de verbas publicitárias para os monopólios da informação”.

 

Como se pode observar, nada acontece por acaso entre os comunas. Os ataques ao comandante da Rota não são descoordenados ou “por acaso”. A “sugestão” de “mais democracia” nas promoções é um bem elaborado plano de tomada de poder e de ideologização das forças de segurança. Algo que jamais poderemos permitir.

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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