Folha de SP ACUSA policiais de “morrerem pouco” em tiroteios, em comparação com os americanos.

Centenas de heróis tem morrido em combate, todo ano, para dar segurança a cada um de nós

A pressão das ONG’S: que interesses representam?

Parece que eu estava profetizando. Ontem (19/04/2019) mesmo havia criado um post no qual demonstrava que, sempre que a polícia começava a impor a lei (leia aqui) e bandidos morriam em combate, ONG’S (muitas delas pagas pelo crime organizado) e mídia começavam IMEDIATAMENTE uma gigantesca pressão contra os políticos que, por medo, acabavam cedendo e permitindo o “liberou geral”.

É o que sempre chamei de “gangorra da barbárie”. As polícias nunca conseguiram impor a lei de maneira permanente, pois interesses obscuros, representados por ONG’S milionárias (centenas de funcionários, jornalistas, sociólogos, etc) sempre se lançavam como lobos sobre governadores, sempre que o número de bandidos mortos em confronto subia.

Pouco tempo atrás, tivemos o escândalo envolvendo a prisão do vice-presidente do Conselho Estadual de Direitos Humanos (Condepe) de São Paulo (leia aqui), acusado de supostamente estar recebendo dinheiro do crime organizado para desestabilizar a segurança pública (leia aqui também). O que explicaria um pouco como funcionam certas ONGs de “direitos dos manos”.

Folha de São Paulo: policiais brasileiros “morrem pouco”

Nesse sentido, já imaginava que a Folha de São Paulo, mídia ligada à esquerda lacradora, fosse peidar alguns argumentos em seu periódico marrom. Porém, desta vez, eles conseguiram se superar. Em post que pode ser observado aqui, a Folha “acusa” a polícia brasileira de “morrer pouco”, se comparado com a polícia americana, leia com seus próprio olhos:

“Isso porque, em 2018, as polícias brasileiras mataram 6,2 mais e morreram 1,9 vezes mais do que as polícias dos EUA. Enquanto aqui houve 6.160 mortes decorrentes de intervenção policial e 307 policiais mortos, nos Estados Unidos, que tem uma população maior do que a nossa, foram registradas 992 mortes decorrentes de intervenção policial  e 158 policiais mortos.” (folha de são paulo)

 

A Folha de São Paulo usa matemática simples para sugerir que, proporcionalmente, a polícia brasileira morre menos que a americana (mata 6,2 vezes mais e morre “apenas” 1,9 vezes mais). Ou seja, nos Estados Unidos um policial mata 6,28 bandidos, antes de morrer. Aqui, um policial consegue matar 20 bandidos, antes de morrer.

Ou seja, a Folha LAMENTA a eficiência da polícia brasileira. Para eles, nossos policiais DEVERIAM MORRER MAIS

Mas a PÉROLA, está por vir, observem o que os esquerdistas escrevem a seguir:

“não é normal achar que os protocolos de uso da força das nossas polícias estão adequados e que as taxas altas de morte são consequência da vontade dos “bandidos” de enfrentarem as polícias. A métrica das polícias deve ser o direito e não o comportamento dos criminosos.” (folha de são paulo)

 

OI? MÉTRICA? Direito e não o comportamento? Então se um policial é recebido à bala, não pode usar esse “comportamento” do bandido para reagir? Deve abrir o código penal e ler o “direito”? Sinceramente, esse lixo de pensamento esquerdista tem sido a causa do 60 e tantos mil assassinatos no Brasil. Cada vez que um psicopata do crime é defendido como se fosse um santo, outros 10 se sentem incentivados a continuar agindo. 

Graças a Deus a direita venceu, e esse tipo de matéria grotesca, longe de ser uma pressão política sobre nossos governantes, deve ser lembrada como tudo aquilo que devemos combater. É uma prova viva do efeito nefasto do esquerdismo sobre nossas vidas, e de como chegamos ao atual nível de calamidade na segurança pública. 

Seria mais uma “piada”, já que a esquerda tem sido uma fonte de “comédias” ultimamente. Mas é uma piada desumana. Hoje a “dessincronia” da esquerda com a realidade e a opinião pública chegou a um nível em que suas “opiniões” ou soam como piada, ou parecem mesmo uma ofensa. 

E romancear a bandidagem assassina que nos massacra é certamente uma ofensa.

A Direita venceu, senhores comunas. Esse tipo de lixo opinativo não fará mais lavagem cerebral em ninguém.

Que a eficiência, fruto de bom treinamento e experiência de nossas polícias, não seja fonte de crítica, mas de orgulho.

Parabéns a nossos policiais. Que morram cada vez menos. 

 

 

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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