Filme Comuna (“MariaGoela”) de Wagner M. não ganha nenhum prêmio. Israelense leva o Urso de Ouro

Nem como narrativa histórica presta. De “Marighella” nada tem o filme. Só se for “Maria Goela”
  • Faltou combinar com os russos

O “grande”, “artístico” filme comuna-lacrador de Wagner Moura, “Marighella” (que prefiro chamar de “Maria Goela”, pois nada tem a ver com o personagem histórico) tomou um belíssimo NABO no festival de Berlim.

Talvez na mente dos comunas apoiadores do filme, que custou ao Brasil 10 MILHÕES DE REAIS (Lei Rouanet…), bastaria se jogar no chão, fazer beicinho, jogar um racismo (que nunca existiu no caso em questão) na tela para lacrar vitória em Berlim.

Eles só se esqueceram de “combinar com os russos” a jogada, pois Berlim é a capital mundial do ‘mi-mi-mi’ esquerdalhoso e, na medida que todos por lá também são mestres na arte de fazer “beicinho” e vitimismo, a única solução seria vencer com arte e competência, razão pela qual o “lindo” filme recebeu “zero mil, zerocentos e zerenta e zero” prêmios. Rindo até 2200…

 

 

  • Aihnn… Meus “miguxos” me “premiarão”

O filme é tão interessante quanto tomar vômito de elefante. Mas fiquem tranquilos. Mesmo que a verdadeira crítica mundial ache o filme tão artístico quanto o peido de uma cabra numa tela de pintura, podem apostar que em breve algum crítico ou “instituição isenta” (Instituto Lula?) irá conceder algum “merecido” prêmio à película lacradora. Afinal, como disse Wagner Moura, o filme é maior que Bolsonaro. Com certeza, deve ser maior que o conteúdo da bolsa de colostomia dele. A única diferença é que a bolsa recolhia o “conteúdo”. Já o filme o espalha nos olhos de quem assiste…

 

Tom Mercier interpreta o israelense Yoav
  • Aihnnn… Malditos Israelenses “Fascistas” 

O grande vencedor do Urso de Ouro no festival de Berlim foi o filme israelense ‘Synonyms’, do diretor israelense Nadav Lapid, de 43 anos de idade e 16 de carreira. O filme conta um drama cujo protagonista, Yoav (vivido por Tom Mercier) é um israelense que luta para apagar suas raízes ao recomeçar a vida na França, tendo um dicionário como seu companheiro mais fiel. ISTO É ARTE.

Mas, por certo, em breve teremos protestos da UPMH (união dos professores maconheiros de história) que deverão nos ‘ensinar’ a fazer a leitura crítica do materialismo histórico aplicado à cinematografia. Onde, como sempre, concluirão que o Universo é burro, menos eles, os mestres da arte de tomar sorvete pela testa.

 

 

A arte esquerdista é superior. Salvador Dali, Van Gogh? Nah, todos burros. O negócio é dedo no “c…”

E não se esqueçam, em breeeeeevemmm, mais uma edição da ARTE ESQUERDISTA em sua cidade…

 

 

 

 

 

 

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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