Conservadores avançam: vitória na Grécia marca a decadência do esquerdismo no mundo.

A receita da esquerda é a de sempre: salários, mordomias e impostos altos. Qual trabalhador não votaria em que promete aumentar salários e pensões e ainda “punir” os “empresários malvados”? E assim se deu na Grécia, onde após um longuíssimo período de coalizões de governo esquerdistas, o país afundou numa crise sem precedentes.


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Mas temos de dar o braço a torcer, os planos da esquerda grega realmente geraram muita ‘igualadade’, na medida em que a maioria ficou desempregada e na miséria. A onda de desemprego e desaceleração econômica piorou muito com as olimpíadas gregas, e entrou num ciclo inesgotável de notícias ruins. Mas, vamos entender o que ocorre hoje na Grécia.

 

Entenda a crise Grega:

  • A Grécia não tem um superávit desde 1971 (ou seja, as contas não fecham, desde 1971), o que explica o tremendo endividamento. A dívida Grega chegou a 200% do PIB.
  • Após um longo período de governos militares, praticamente todos os presidentes que se seguiram eram populistas de esquerda, que basicamente prometiam (e cumpriam) aumentos de salário e de pensões, entre outros vários benefícios, o que implodiu as finanças do país.
  • Em 2001 a Grécia contratou a Goldman Sachs, para um trabalho “cinzento”, que consistiu em FORJAR um relatório para fazer parecer que a situação não estava tão ruim, e com isso conseguir investimentos.
  • Ou seja, a entrada da Grécia na União Europeia foi FRAUDADA, pois se os relatórios não tivessem sido forjados, jamais teriam entrado.
  • A burocracia grega e estatismo são gigantescos. O mesmo se dá com a taxa de impostos.
  • O país não tem uma indústria e praticamente importa tudo.
  • Há uma forte pressão contra privatizações, o que a tem impedido sair do problema.
  • Os últimos governos, marxistas (similar ao PSOL), ao invés de diminuir impostos e privatizar, começaram a aumentar impostos e não “cortaram na carne”, mantendo os cabides de empregos.

 

Caso não pague sua dívida, a Grécia poderá ser expulsa da União Européia e poderá, finalmente, implodir economicamente, num quadro que lembrará a desolação Venezuelana, mas com democracia.

Em suma, a Grécia é um país de pensamento populista-esquerdista, burocrático, estatizante e inchado, onde ninguém queria perder nada mas, perderam quase tudo.

Com a vitória dos conservadores, tem-se a esperança de que uma “maturidade econômico-política” tenha chegado à Grécia finalmente, onde os eleitores deixarão de crer que dinheiro dá em árvores, e que dívidas podem não ser pagas.

 


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Direitalivre: a visão é conservadora, mas os fatos são reais.


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é católico apostólico romano, advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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