Burger King pagando de mocinha? Veja a lista do que eles aprontam e os processos. (discriminação racial, exploração, violação de direitos trabalhistas…)

A rede Burger King criou uma “cortina de fumaça” para melhorar sua imagem perante a sociedade, tendo-se em vista os escândalos envolvendo a marca. São inúmeros processos no Brasil inteiro por desrespeitar os direitos dos funcionários. Alguns, ironicamente, referentes à alimentação deles, inclusive.

A ideia da Burger King foi “lacrar” com o público LGBT e NEGRO, ao usar a questão da proibição de Bolsonaro referente à propaganda do Banco do Brasil. Nada mais oportunista. Seria interessantes se, ao invés de fazer demagogia barata, a empresa respeitasse os direitos trabalhistas de seus milhares de funcionários.

Isso sim, teria um impacto profundo e positivo na sociedade. A empresa chega a fazer seus funcionários trabalharem 7 A 8 HORAS EXTRAS POR DIA (pior que a China?). E olha que “LINDO”, a rede foi CONDENADA POR DISCRIMINAÇÃO RACIAL. Vejam então que, enquanto NA VIDA REAL a Burger King é condenada por DISCRIMINAÇÃO RACIAL, na VIRTUAL quer “pagar de boa moça” e respeitadora dos direitos dos negros… HIPOCRISIA !

Vejamos alguns escândalos da rede:

– Burger King condenado por obrigar trabalhador a comer sanduíche

– Burger King é condenado em R$ 1 milhão por jornada excessiva de trabalho

– TJRJ condena Burger King a pagar R$ 24 mil por discriminação racial

– Burger King é condenado em R$ 500 mil por dumping social

 

Então, com esse histórico “lindo”, “socialmente aceitável”, a Burger King acha que ira limpar seu nome com uma simples e barata demagogia? Burger King já MERECIA ANTES nosso BOICOTE. Agora, mais ainda.

 

#boicoteburgerking

 

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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