Bial entrevista Sérgio Moro, e tenta o constranger com pegadinhas.

 

Dentro de sua tradição democrática, Sérgio Moro aceitou convite de Pedro Bial, da Rede Globo, para uma entrevista que foi ao ar ontem (09/04/2019).

Como era de se esperar, entre sorrisos falsos e insinuações, Pedro Bial tentou ‘lacrar’ em cima do ministro com todo tipo de “pergunta cilada” de baixa categoria. Vejamos algumas:

Em dado ponto Bial pergunta:

você se acha mais inteligente ou mais vaidoso?

Obviamente, trata-se de uma uma pegadinha, e não uma pergunta. Se a pessoa responder que se acha “mais inteligente”, estará confirmando que é vaidosa. E se falar que é vaidosa, dará no mesmo. E nos jornais do dia seguinte teríamos a manchete “Juiz confirma que é vaidoso, isso explica suas sentenças…”. Mas Moro não foi tolo e se recusou, com elegância, a responder a pergunta.

Em outro ponto, Bial tenta de todos os modos colocar na boca do Ministro que a divulgação do áudio de Lula (quando a Dilma tentou colocar ele como ministro para não ser preso) foi algo feito com o “fígado” (ódio, perseguição) e não com o cérebro. A ideia era fazer o Moro parecer ter agido por motivação pessoal e não tecnicamente. Mas moro percebeu e saiu da arapuca.

É preciso ter muito estômago para suportar os abusos dessa mídia lacradora. Tentam de todas as formas e meios destruir reputações, perseguir aqueles que estão dando a vida, literalmente, para reerguer esta nação. Sérgio Moro é um herói nacional, e merece mais respeito.

Assista o vídeo (parcial) e tire suas conclusões da “isenção” e profissionalismo da TV Globo:

 

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, sócio no escritório de advocacia Moreira Necho e Santos Couto Advogados, presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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