A verdade sobre a desistência de Jean Wyllys

Jean Wyllys cuspindo em Bolsonaro

Muitos se surpreenderam com a desistência de Jean Wyllys de assumir o terceiro mandato como deputado federal pelo Rio de Janeiro, ao mesmo tempo em que anuncia um “exílio” fora do Brasil. Grande parte das pessoas não compreenderam o que está por trás de tal ato, e o que realmente buscou o esquerdista em questão com atitude, aparentemente, tão grave. É sobre isso que iremos discorrer agora.

Vamos desconstruir as mentiras que foram usadas como fundamentos de sua decisão, ao mesmo tempo em que demonstramos a verdade por trás dos fatos.

 

 

Drama, drama, drama…
  • “Sou vítima da violência”

A primeira mentira é pretender se igualar a Marielle e Freixo, que realmente tem(inham) currais eleitorais em favelas dominadas por traficantes. Marielle foi assassinada por ameaçar os currais milicianos, ao mesmo tempo que defendia bandidos e traficantes, já Freixo foi relator da CPI da milícia . Jean Wyllys, por sua vez, tem eleitores somente no pacato campo LGBT e, embora tenha se especializado na vitimização e coitadismo, está claro que jamais sofreu qualquer tipo de violência. Pelo contrário, foi ele quem cuspiu em Bolsonaro, e constantemente tem feito ataques violentos ao direito de crença de diversas religiões cristãs.

Portanto, ele não é “vítima” da violência. Pelo contrário, ele é quem vitimiza a fé dos cristãos, bem como conservadores de outras religiões, desrespeitando-os com sua intolerância e agressividade desnecessárias.

 

O vitimismo e o mi-mi-mi, sempre presentes na esquerda
  • Coitadismo e vitimismo como propaganda política

É preciso ainda relembrar que a vitimização e o coitadismo são táticas político eleitoreiras que funcionam no Brasil. Tipicamente, o brasileiro tende a torcer pelo mais fraco (mesmo que errado), qualquer que seja a situação. E nesse sentido Jean Wyllys se tornou um mestre. Cospe, e depois cai em pratos, se colocando como vítima. Agride verbalmente, depois faz textões se dizendo perseguido. Lembra aquela figura do garoto esperto que batia no irmão e depois saia correndo chorando para mãe para dizer que foi o irmão (que apanhou) foi quem bateu? É mais ou menos assim.

 

O povo ama um ‘barraco’
  • O povão ama um bom “barraco”

Em realidade, tais pessoas DESEJAM criar o “bafafá”, desejam o “barraco”, “causar”, como única forma de aparecerem na mídia. É como um desses programas de escândalos familiares: o povão adora. E a imprensa também, pois vende jornal e gera audiência. Afinal, quem iria ver Jean Wyllys falando sobre o interessantíssimo tema dos “aspectos culturais da agenda LGBT no mundo contemporâneo”? Mas se tiver um xingamento, um ataque feroz à Igreja Católica e Protestante, se houver um tumulto e um barraco, aí sim teremos eventos “merecedores” da mídia. E, claro, depois de cuspir, insultar gravemente a religião alheia e ser ofensivo, ele irá se jogar ao chão em lágrimas como a “vítima” de uma perseguição injusta e cruel de “fanáticos religiosos” que querem “perseguir os gays”.

A verdade é que Jean Wyllys adoraria ser, de fato, perseguido por “fanáticos religiosos”, isso lhe daria Ibope e votos. Mas, é solenemente desprezado.

 

Caindo pelas tabelas, e votos…
  • Uma carreira em declínio

O problema é que tal ‘barraquismo político’, desacompanhado de substância, uma hora cansa, assim como uma piada que, por melhor que seja, é repetida demais. E o povo cansou-se dos barracos de Jean Wyllys, das cuspidas, dos “textões”, do chororô. Tanto assim que ele obteve uma votação pífia, salvando-se no último round, graças ao desempenho geral do partido. 

Basta ver que em 2014, Jean Wyllys obteve 144.770 votos, enquanto em 2018 obteve meros 24.295. Passou por pouco e, certamente, seria sua última eleição de qualquer modo.

O povo se cansou do “chororô”, do “votem em mim pois sou perseguido, sou negro, sou gay, etc…”, desacompanhado de qualquer proposta política substancial ou de qualquer ideia que pudesse melhorar a vida, tão sofrida, dos brasileiros. Mesmo com o apoio dos comunas mais exaltados, o desempenho eleitoral de Jean “caiu pelas tabelas”.

 

  • O grande golpe

O abandono de Jean Wyllys foi, na verdade, um golpe de propaganda política, diga-se a verdade. Isso pois:

a) Ele “abandona a política”, antes que o povo o abandone completamente;

b) Se vitimiza (como sempre), angariando a simpatia e os holofotes da esquerda internacional;

c) Ataca o governo Bolsonaro, se “exilando” e reforçando a falácia de que Bolsonaro é um “ditador”;

d) Ataca simultaneamente Flávio Bolsonaro, ao citar o caso Marielle (lembrando que se Flávio renunciar, quem assume é um esquerdista. Nada ocorre por acaso…);

d) Catapulta sua carreira como jornalista das esquerdas, possivelmente conseguindo uma posição em alguns jornais internacionais esquerditas (escrevam isto..);

e) Atua como um “Jânio Quadros” das esquerdas, renunciando, para retornar como “herói nos braços do povo” mais tarde;

f) Há, ainda, a grave questão do envolvimento de um ex membro (Adélio Bispo) do partido de Jean Wyllys (PSOL) na tentativa de assassinato de Jair Bolsonaro. Caso as investigações, eventualmente, confirmem o envolvimento do PSOL, ou do próprio Jean Wyllys, isso serviria para forjar uma ideia de “perseguição” contra “dissidentes”, pois ele estará fora do Brasil, e poderá pedir asilo político.

É preciso ainda relembrar a coincidência de que o suplente de Jean Wyllys é David Miranda, um brasileiro que chegou a ser preso, e investigado por suposta espionagem e envolvimento com terrorismo em Londres.

 

Jean Wyllys, em anúncio recente da CUT

 

 

Aliás, é interessante notar que a CUT já se antecipou, e está divulgando Jean Wyllys como “exilado político” nas redes sociais.

 

Fato que parece um ato orquestrado, pois diversos organismos esquerdistas estão entoando a mesma propaganda, vitimizando Jean Wyllys, ao mesmo tempo em que atacam Bolsonaro.

 

Parece-nos que, mais uma vez, o movimento esquerdista e a grande mídia agem coordenadamente, com vistas a impor seu plano de poder.

 

 

 

Em suma, há muito a ser investigado, mas com esse ato, ele nos tirou o prazer de ver sua carreira política definhar até a estagnação completa. Infelizmente, o povo tem pouca memória, e é possível que a estratégia de Jean Wyllys possa vir a dar certo, no longo prazo. Mas a Internet está aí, esperamos que faça a diferença.

 

 


 

IRAN PORÃ MOREIRA NECHO (15/11/1970), é advogado formado na Universidade Mackenzie, com extensão em Samford-EUA, atuou como advogado interventor em Liquidações Extrajudiciais pelo Banco Central, foi membro do Tribunal de Ética do OAB/SP (acusação), foi membro do  Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP, é presidente do IBRIM – Instituto Brasileiro Imobiliário e fundador do Movimento Direita Livre, em 2013.

 


 

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